Orlando – “Eram todos Charlie, agora ninguém é gay”. DN
"Liberté, Egalité, Fraternité!"
Liberdade, Igualdade, Fraternidade... ✌
* num momento em que considero este "grito
revolucionário" de carácter Mundial e ñ apenas francês.
1 grito que deveria ser de todos nós e ñ apenas
"dos" gays, porque o mundo é de Todos e ñ apenas dos que se julgam
capazes de julgar quem quer que seja, por qualquer razão que seja...

De facto, é mais suave "Je suis Orlando", ao invés de "eu sou
humano", ou mesmo "eu sou gay".
"Eu não gosto de meninas", mas ñ poderia deixar de demonstrar a minha
indignação, raiva, tristeza, solidariedade, etc.
Além de viverem uma vida inteira (e atenção que só têm
uma) sem poderem viver, agora também querem que deixem de respirar...
É tempo de aceitarmos as diferenças.
Aos olhos do coração somos todos iguais!
Somos todos HUMANOS!!!
O Amor vai vencer o ódio e o medo (EU ACREDITO!)
Se os gays pudessem amar livremente, hoje, TODOS poderíamos colocar "Je
suis gay" no facebook sem qualquer
tipo de preconceito ou medo de represálias...
Não poderiam todas as diferentes religiões existir,
desde que houvesse respeito mútuo?
Suponhamos que eu tinha galinhas e a minha vizinha
também. Tanto a minha galinha como a minha canja têm de ser melhores do que as
da minha vizinha. Porquê?
Pois, também não entendo!
Não podemos ficar simplesmente contentes com a nossa
felicidade e com a felicidade do próximo?
... A vida ñ é uma competição!
Parece que vão todos a correr e a atropelarem-se uns aos
outros, ninguém sabe para onde, nem ganhar o quê! ...
Independentemente da raça, da cultura, da religião e
das preferências sexuais de cada um, existe uma coisa chamada Respeito. Paz e
Amor!
Podemos viver todos no mesmo mundo sem sermos pisados uns
pelos outros. Existe espaço para todos. Pelo menos por enquanto!
"Enquanto são aqueles sírios, aqueles
franceses, aqueles americanos, aqueles hooligans, aquelas mulheres, aqueles
paneleiros... não é nada connosco" - Até quando esta minúscula
mentalidade?!...
HOMOFOBIA É CRIME!!!
... O Mundo avança, desenvolvendo-se...
... já a mentalidade das pessoas que nele o habitam ... 😓
STOP violência (seja ela de que ordem for…) STOP
violência!!!

Substituam as munições por afectos!
... antes que seja
tarde demais! ... ❤✌
Juliana Silva
Casimiro
“A homofobia é crime. Não
desculpa nem diminui o horror do que se passou em Orlando. Agrava-o. Não pode
haver nenhum tipo de complacência para quem não pode ver dois homens beijar-se,
mas pode ver perfeitamente 50 serem mortos. Dizer que a causa foi a homofobia e
usar esse argumento para desvalorizar o que se passou só nos deixa mais perto
da barbárie. O amor não mata. O preconceito e aceitação do preconceito matam. É essa a linha
divisória.” Marisa Matias
Quanto ao massacre de Orlando, o mais importante não é
saber porque motivo aconteceu (homofobia, religião, depressão, etc...)
Na minha modesta opinião, o mais importante é entendermos
de que forma podemos evitar que se repita...
"Eu acredito é na paz e no amor"
passaram 11 anos e infelizmente continua tão recente esta
mensagem:
Álbum: Ritmo, Amor
e Palavras (2005)
https://www.youtube.com/watch?v=0-GS0xhd41A
...
“Tiroteio em massa numa discoteca de Orlando. Pelo menos 50 pessoas
morreram e mais de 53 ficaram feridas num tiroteio que
ocorreu este Domingo na discoteca gay Pulse, nos Estados Unidos. O ataque
aconteceu na cidade de Orlando, na Florida, que declarou estado de emergência.
O autor do massacre foi identificado como sendo um cidadão norte-americano de
origem afegã, chamado Omar Saddiqui Mateen. Tinha 29 anos, residia em Florida,
e não tinha registo criminal. O pai do suspeito já veio dizer que ataque não
está relacionado com a religião, mas que há algum tempo atrás, o jovem tinha
ficado furioso ao ver dois homossexuais a beijarem-se, no centro de Miami.
O atirador esteve
barricado durante cerca de quatro horas depois do tiroteio que ocorreu cerca
das 02h00 locais (07h00 em Lisboa). As autoridades confirmaram que o autor do
massacre morreu numa troca de tiros com a polícia. O homem barricou-se no
espaço de diversão noturna e terá disparado contra as centenas pessoas que lá
estavam. Um dos feridos é um polícia. O tiroteio começou fora da discoteca
entre o atirador e um polícia. O homem fugiu e entrou armado para dentro da
discoteca e fez vários reféns. Na discoteca Pulse
estavam cerca de 320 pessoas.”
Ler mais em:
http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/tiroteio_em_discoteca_gay_com_refens.html
“A Amaq, agência de
notícias do Daesh, anuncia que o grupo extremista foi o responsável pelo
massacre na discoteca gay Pulse, em Orlando, na Florida, Estados Unidos. Os
meios de comunicação dos Estados Unidos já tinham afirmado que o homem que
matou 50 pessoas e feriu outras 53, no ataque na discoteca gay Pulse, em
Orlando, nos Estados Unidos, terá ligado para o número de emergência 911 a
anunciar que ia fazer um ataque de motivações religiosas e cumplicidade com o
Daesh. "Sabemos que ele tinha sido alvo de investigação no passado. Ele
não estava no centro das investigações, mas era suspeito de ter ligações com
radicais islâmicos e simpatias com a ideologia radical islâmica", precisou
um responsável norte-americano na CNN. Omar Mateen, de 29 anos, protagonizou
este domingo aquele que já é considerado o pior massacre interno perpetuado por
um só homem na história dos Estados Unidos.”
Ler mais em:
"Havia sangue e corpos por toda a
parte"
Quem sobreviveu descreve cenário de pânico e
aflição.
"Estava no bar
e vi corpos a tombar. Atirei-me para o chão e arrastei-me até à casa de banho
para tentar fugir pelas traseiras, mas reparei num homem que tinha sido baleado
nas costas. Tirei a fita do cabelo e usei-a para estancar o sangue, mas não
parava de jorrar. Coloquei os braços dele à volta dos meus ombros e
arrastámo-nos de lá para fora". O relato é de Christopher Hansen, um dos
clientes da discoteca Pulse que sobreviveu ao massacre e ainda ajudou a salvar
vidas.
"Ninguém sabia
ao certo o que estava a acontecer porque havia três palcos com músicas
diferentes. Quando consegui escapar ainda ouvi disparos. Havia corpos por toda
a parte, sangue em todo o lado", recorda o norte-americano, que não esquece
o cenário de horror. "No parque de estacionamento, as pessoas atingidas
pelos tiros foram marcadas com cores diferentes, de forma a que os paramédicos
soubessem quem deviam socorrer primeiro", acrescenta Christopher Hansen,
que se tornou um dos rostos da tragédia.
Mas nem só quem
estava na discoteca viveu momentos de terror. Helene Royster tinha viajado de
Nova Iorque com o filho e estava no hotel quando foi acordada com um telefonema
às 02h30. "Ele estava a chorar e aos gritos... só dizia ‘Mãe, há muita
gente morta’". A mulher acabou por reencontrar-se com o filho já numa das
esquadras da polícia, onde este estava a ser interrogado como testemunha.”
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“Massacre de
Orlando: "Mãe, amo-te. Eu vou morrer"
"Mamã, eu
amo-te. Há um tiroteio na discoteca (...) Ele vem aí. Vou morrer". Foi
assim que Eddie Justice, de 30 anos, se despediu de sua mãe, momentos antes de
ser uma das 50 vítimas mortais do atentado em Orlando”
Ler mais em:
“Vítima filmou início do tiroteio através do
Snapchat. Uma das vítimas mortais no massacre em Orlando, nos Estados Unidos,
gravou, através da aplicação Snapchat, o momento em que o atirador Omar Mateen
fez os primeiros disparos dentro da discoteca gay.
No dia seguinte ao massacre, as autoridades
confirmaram que Amanda estava entre as vítimas mortais. A jovem terá sido morta
logo após gravar os vídeos.”
Ler mais em:
“Rui Maria Pêgo
publicou, na sua página do Facebook, um texto sobre o massacre numa discoteca
gay em Orlando, nos EUA, e acabou por assumir a sua homossexualidade.
"Coincide gostar de homens. Mas gosto mais de que toda a gente possa ser o
que quiser, onde quiser, de que forma quiser, sem esperar um balázio na
testa", escreveu o filho de Júlia Pinheiro.”
Ler mais em:
“Terrorista tinha
"tendências" gay
Mateen era presença
habitual em discoteca homossexual.
Atirador tinha
tendências gay. O autor do tiroteio numa discoteca 'gay' na cidade
norte-americana de Orlando, na Florida, frequentou o local várias vezes,
segundo testemunhas citadas na segunda-feira pela imprensa norte-americana.
Segundo a ex-mulher, o terrorista apresentava "tendências
homossexuais".
"Por vezes ele
ficava num canto e bebia sozinho, noutras ficava totalmente descontrolado e era
agressivo", disse Ty Smith ao jornal Orlando Sentinel, sobre Omar Mateen.
Outro cliente da
discoteca disse ao Los Angeles Times que Omar Mateen lhe tinha enviado uma
mensagem através da aplicação ‘Jack’d’ destinada aos 'gays'. "Tendências
homossexuais" A ex-mulher de Omar Mateen, Sitora Yusufiy, atualmente noiva
de um brasileiro, falou com a televisão brasileira SBT.
Um antigo colega de
Mateen disse que este o convidou para uma saída romântica. Sem revelar o nove,
o homem diz ter sido colega de Mateen em 2006 na Academia de Polícia ‘River
Community College’. O colega diz que iam a discotecas gay e que um dia Mateen o
convidou para uma "saída romântica". Nessa altura, o homem diz que
ainda não tinha assumido que era homossexual e que rejeitou o convite."
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"Mãe morreu para salvar filho de 21 anos Mulher
colocou-se à frente do filho. Veja as fotos. Uma mulher de 49 anos,
sobrevivente de dois tipos de cancro e mãe de 11 filhos, morreu para salvar um
deles durante o ataque à discoteca Pulse. Brenda Lee McCool frequentava
habitualmente a discoteca com o filho gay de 21 anos, Isaiah Henderson. Na
madrugada de domingo, quado o atirador apontou a arma a Isaiah, Brenda
colocou-se na frente e pediu ao filho para se baixar. Foi uma das 49 vítimas
mortais do ataque. O filho sobreviveu."
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"Perante o ataque em Orlando, que matou 49 pessoas numa discoteca
"gay" no sábado, Stefano pede que as pessoas "tenham coragem de
dizer: Je suis Gay"
"O fundador da associação WEQUAL, que
luta contra a discriminação devido à orientação sexual, queixa-se da
"falta de empatia" com a comunidade LGBT após o ataque terrorista em
Orlando. Stefano Sechi, de 22 anos, lançou a campanha "Je suis Gay"
nas redes sociais e critica a pouca adesão que o movimento tem tido."
"Vocês lembram-se do 'Je suis Charlie', 'Je suis Paris' e 'Je Suis
Bruxelles'. Desta vez a empatia do povo foi quase inexistente", afirmou o
jovem. "Talvez porque a homofobia é parte integrante da nossa
sociedade".
Na página Omofobia Stop, o jovem criticou ainda o uso da hastag "Je suis
Orlando", que está a ser mais usada, porque, ao contrário do que aconteceu
em Paris e Bruxelas, "não foi atacada uma cidade, mas sim uma comunidade,
a comunidade gay". Stefano pede que as pessoas adiram à campanha porque
para além de "gays, heteros, brancos, negros, judeus e muçulmanos, somos
primeiro que tudo humanos"."
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