quinta-feira, 23 de junho de 2016

Não estou, mas voltarei!


Não consigo entender,
como fui eu perder
as rédeas de um cavalo
já sem vida,
desaparecida…
como cinza soprada.
Quisera eu,
que a noite fosse estrelada!
Frustrada,
sentida….
Restar-me-á apenas
uma velha história esquecida?!...
Não creio,
apenas suponho
e parecendo mesmo um sonho
deixo-me embalar…
Se não voltar?
Anseio,
mas mais forte que o receio
há de ser minha vontade de tentar!



Não estou,
mas voltarei!

Juliana Silva Casimiro


“Não tenho ambições nem desejos
Ser poeta não é uma ambição minha
É a minha maneira de estar sozinho”
Fernando Pessoa

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