Não consigo entender,
como fui eu perder
as rédeas de um cavalo
desaparecida…
como cinza soprada.
Quisera eu,
que a noite fosse estrelada!
Frustrada,
sentida….
Restar-me-á apenas
uma velha história esquecida?!...
Não creio,
apenas suponho
e parecendo mesmo um sonho
deixo-me embalar…
Se não voltar?
Anseio,
mas mais forte que o receio
há de ser minha vontade de tentar!
Não estou,
mas voltarei!
Juliana Silva Casimiro
“Não tenho ambições nem
desejos
Ser poeta não é uma
ambição minha
É a minha maneira de
estar sozinho”
Fernando Pessoa


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